sexta-feira, 29 de abril de 2011

Teste rápido detecta autismo em bebês aos 12 meses de vida

28/04/2011 - 10h35
GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO

Um teste com 24 perguntas, que pode ser respondido em cinco minutos, identifica os primeiros sinais de autismo em crianças de um ano.
Autismo engloba variedade de transtornos sociais
É o que propõe um estudo financiado pelos National Institutes of Health dos EUA, publicado hoje no "Journal of Pediatrics".
A pesquisa, feita por neurocientistas da Universidade da Califórnia, recrutou 137 pediatras para aplicar o teste em 10 mil crianças na consulta dos 12 meses de idade.
Os pais responderam ao questionário, com perguntas sobre gestos, compreensão e comunicação, e os pediatras avaliavam as respostas.
Ao todo, 184 das crianças que pontuaram abaixo da média foram acompanhadas nos meses seguintes.
Delas, 32 receberam o diagnóstico precoce de autismo.
Segundo a pesquisa, isso corresponde a 75% de acerto no diagnóstico, levando em conta outros distúrbios, como atraso no desenvolvimento e na linguagem, também detectados pelo teste.

Ivan Luiz/Arte

DIAGNÓSTICO
O autismo afeta o desenvolvimento da criança e compromete áreas como a sociabilidade. Quanto mais tardio o diagnóstico, piores as perspectivas de melhora.
Na média, os casos demoram a ser detectados, segundo o psiquiatra Marcos Mercadante, da Unifesp. "No Brasil, o diagnóstico geralmente é dado quando a criança já tem cinco anos e perdeu muita oportunidade de ter uma melhora", diz.
Se o problema for apontado cedo, tratamentos como terapia comportamental, para estimular áreas do cérebro afetadas, são mais eficazes.
Para o psiquiatra Estevão Vadasz, coordenador do ambulatório de autismo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, a ferramenta pode ser útil principalmente na rede pública.
"Um pediatra de posto de saúde atende centenas de crianças. Não há tempo para fazer uma triagem adequada e encaminhar ao psiquiatra."
Para ele, é importante que o pediatra assuma essa tarefa. "É ele quem tem o primeiro contato com a criança." Mas Vadasz ressalva que alguns sintomas só aparecem após os 18 meses. "O ideal seria repetir o teste depois."

Wagner Montes entrevista Familia que desmascarou Falsa Psicologa!







Fonte: Blog Wagner Montes, Portal R7

sexta-feira, 15 de abril de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

AUDIENCIA PUBLICA, PROPOSTAS PARA MELHORIA DO ATENDIMENTOS AOS DEFICIENTES E AUTISTAS

Audiência inicia debates sobre as políticas públicas para pessoas com deficiência

O vereador Leonardo Mattos (PV) deu início nesta quarta-feira (13) a uma série de audiências públicas que vão discutir a atuação da Prefeitura na área social em relação às pessoas com deficiência. Neste primeiro encontro, representantes de entidades especializadas, familiares e vereadores relataram alguns problemas enfrentados e foi proposta a criação de uma frente parlamentar em defesa dos direitos dessa população.
Leonardo Mattos afirmou que o objetivo das discussões é “fazer uma radiografia das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência, pois queremos colocar Belo Horizonte como referência de comprometimento com este público”. Ele ressaltou que novos debates serão realizados, para tratar de questões específicas como a situação das pessoas com deficiência nas áreas de esporte, educação, saúde etc.

Os tópicos que receberam maior destaque foram o tratamento dado aos autistas e a participação das instituições que conhecem a realidade da situação na elaboração de políticas públicas relacionadas.  Maurício Moreira, voluntário da Associação Pais e Amigos dos Especiais (APAPE), trouxe os dois filhos autistas à audiência e relatou as dificuldades que enfrenta no dia a dia para cuidar deles.

Segundo Moreira, o autismo não é considerado deficiência em Minas Gerais, sendo tratado como transtorno mental. Esta classificação impede que qualquer programa voltado às pessoas com deficiência contemple os portadores e suas famílias. “Faltam profissionais preparados, o atendimento é escasso, não há assistência aos pais, nada”, reclamou.

Rogério Souza, conselheiro da APAPE, endossou as palavras de Maurício, acrescentando que autistas e pessoas com deficiências mentais graves, com idades entre 18 e 50 anos, “estão completamente à margem das políticas públicas”. Por este motivo, pediu uma maior participação popular na elaboração destas políticas. “Só os conselhos municipais de Saúde e Educação não bastam. Quem lida de fato com a situação no cotidiano pode contribuir e muito para alcançarmos uma política que contemple a todos”, afirmou.

Frente parlamentar
A criação de uma frente parlamentar foi proposta pela educadora ambiental e cadeirante Kátia Ferraz, que acredita que a iniciativa irá promover uma discussão mais ampla e contundente das dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência na cidade junto ao Poder Público e à sociedade.

A vereadora Maria Lúcia Scarpelli (PCdoB) ressaltou a importância da ideia e disse que irá apresentar a sugestão aos parlamentares.

Projetos em andamento
O secretário municipal adjunto de Direitos de Cidadania, Antônio David Souza Júnior, e o coordenador de Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência Física de Belo Horizonte, José Carlos Dias Filho, citaram alguns programas que a Prefeitura vem desenvolvendo para atender essa população.

O coordenador informou que estão sendo contratados monitores para acompanhar crianças com deficiência nas escolas municipais, mas há dificuldades de achar profissionais especializados. “Às vezes precisamos de um pedagogo com noções de enfermagem, o que é complicado de achar, mas estamos trabalhando neste sentido”, disse. Ele também citou convênios com entidades especializadas para esse tipo de assistência.

De acordo com Souza Júnior, o prefeito Marcio Lacerda pretende promover um workshop para debater o assunto com diversos setores da sociedade. Também foi criada uma comissão para elaborar um plano de inclusão social na cidade, com objetivo de facilitar o diagnóstico da situação das pessoas com deficiência na cidade.

Estiveram presentes na audiência a vereadora Sílvia Helena (PPS) e os representantes da Secretaria Municipal de Saúde, Romilda Araújo, e do Centro Integrado de Atendimento Psicopedagógico (CIAP), Nely Bittencourt.

Superintendência de Comunicação Institucional

INCLUSÃO NO DF

domingo, 10 de abril de 2011

SESI ESPORTE PARA TODOS

Estão abertas as inscrições para os cursos das Escolas de Cultura e Esportes para pessoas com deficiência do Sesi Cira – Centro de Integração e Apoio ao Portador de Deficiência “Rogéria Amato”. Na área de cultura, são oferecidos cursos de fotografia para cegos e oficina de reciclagem. Já na Escola de Esportes, os participantes poderão se exercitar em modalidades como basquete em cadeiras de rodas, natação e bocha paraolímpica. “A prática de esportes e de atividades culturais é uma ótima oportunidade de inclusão, socialização e de trocas de experiências”, garante Márcia Oliveira Carvalho, gerente do Cira.

Os cursos são voltados para pessoas com deficiência física, intelectual e visual, além de paralisados cerebrais. O valor da mensalidade é de R$20 e mais Informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 3378-2452.

As inscrições ficarão abertas durante todo o ano, de acordo com a disponibilidade de vagas. As aulas serão ministradas no Cira, Rua Lindolfo Caetano, 10, bairro Gameleira, em Belo Horizonte. Aproveite a oportunidade! As vagas são limitadas!


Conheça abaixo a relação completa dos cursos oferecidos:

Basquete em cadeiras de rodasPessoas com deficiência física, com idade entre 8 e 25 anos
Turmas: 4ª e 6ª às 11:40h | 3ª e 5ª às 18:40h

Natação paraolímpicaPessoas com deficiência intelectual leve e moderada ou deficiência visual, com idade entre 8 e 25 anos
Turmas: 4ª e 6ª às 09:40h | 4ª e 6ª às 18:20h

Bocha paraolímpicaParalisados cerebrais com tetraplegia ou distrofia muscular progressiva; usuário de cadeira de rodas, com idade entre 8 e 25 anos
Turmas: 4ª e 6ª às 11:40h | 3ª e 5ª às 18:40h

Oficinas de artes: fotografia para cegos Pessoas com deficiência visual com idade mínima de 15 anos
Turmas: 2ª às 10:00h | 2ª às 13:00h

Oficinas de reciclagemPessoas com deficiência física, auditiva ou intelectual, com idade mínima de 15 anos.
Turmas: 2ª às 15:00h | 4ª às 09:00h

Policia Militar em Bhte

Fonte Site PMMG
Equoterapia faz milagres no Regimento de Cavalaria da PM
Inclusão social, prazer em servir, promoção do bem e emoção. Assim, familiares de pacientes definem o trabalho desenvolvido pela Polícia Militar, em parceria com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais - Fhemig e Secretaria Estadual de Saúde, no Centro de Equoterapia do Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes - CERCAT.
 
A equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo como um meio de alcançar objetivos terapêuticos, pois age simultaneamente no sistema orgânico e psicológico, além de beneficiar o comportamento social. Segundo o Comandante do RCAT, Tenente-Coronel Alexandre, no CERCAT são atendidos  praticantes portadores de deficiências físicas ou necessidades especiais.
 
A Polícia Militar oferece a equoterapia há mais de 10 anos, mas, desde 2005, a atividade é oficialmente regulamentada pela Associação Nacional de Equoterapia - Ande. É o único centro que oferece o método na Região Metropolitana de Belo Horizonte - RMBH. 
 
Coordenado pel o Tenente Fernandes desde 2007, o Centro conta, hoje, com uma equipe multidisciplinar, formada por dois médicos, um psicólogo, um terapeuta ocupacional, um fonoaudiólogo, três fisioterapeutas, um auxiliar administrativo e sete policiais militares, como auxiliares guias. Os pacientes recebem atendimento uma vez por semana.
 
GRATIFICAÇÃO
Basta andar pelo Centro para perceber o envolvimento, a dedicação e o carinho que a equipe de profissionais trata os praticantes. O Tenente-Coronel Alexandre classifica o trabalho como sendo um dos cartões postais da PM. "Trabalhamos e acolhemos os problemas e necessidades das famílias", pontuou.
 
Falar do CERCAT é sempre motivo de muita emoção para o Tenente Fernandes. "Eu estou muito satisfeito em ser útil, em ajudar pessoas, de diferentes camadas sociais, com tantas dificuldades. Vejo na equoterapia a oportunidade da PMMG demonstrar que ela está totalmente voltada para a promoção do bem-social", enfatiza o Oficial.
 
Com 30 anos de RCAT e despedindo-se da ativa na próxima sexta-feira, 13, o Cabo Camilo, que acompanhou toda a evolução do CERCAT, fala, emocionado, sobre o trabalho que desenvolveu na PM. "Quando comecei, tinha apenas a escolinha, hoje contamos toda a estrutura necessária. Ver de perto a mudança nas pessoas é motivo de muito orgulho para mim."
 
RESULTADOS
Há quatro anos e meio no CERCAT, a Fisioterapeuta Ana Paula Godinho diz que não tem palavras para descrever como é gratificante trabalhar com equoterapia. "Ver o sorriso, o brilho nos olhos dos pacientes, em cada movimento, em cada meta alcançada, é indescritível. Se com os metódos convencionais de reabilitação o paciente sente dor ou não tem motivação, aqui ele pode evoluir de forma prazerosa", Observa.
 
Para a Fonoaudióloga Flaviana Gomes da Silva, também há quatro anos no Centro, o trabalho com animais potencializa o tratamento que é realizado no consultório. "O mais interessante na atividade é abordar a relação do praticante com o cavalo, no sentido de construção de uma linguagem", ressalta Flaviana. Ela trabalha com praticantes com deficiências de diversas naturezas, como paralisia cerebral e altismo.
 
"O CERCAT não é bom, é maravilhoso." Com estas palavras, o praticante  Dênis Barbosa Cintra, de 31 anos, define o Centro. Dênis, que em 2004 perdeu o movimento das pernas e se locomove em uma cadeira de rodas, faz equoterapia há apenas três semanas e já nota a melhora na sua reabilitação. 
 
"O mais importante é que não é um trabalho mecânico, porque colocar alguém em um cavalo não é difícil, mas colocar amor, atenção e dedicação exige muito mais, e é isso que eu encontro no Centro. Sou muito bem tratado e acredito que conseguirei me reabilitar e alcançar minhas metas", ressaltou.
 
COMO INGRESSAR
Para ser atendido no CERCAT, o interessado, com mais de três anos,  portador de deficiência se inscreve no Centro (Rua Platina, 580, Prado - Belo Horizonte) e aguarda.
 
"Hoje, temos 516 inscritos e 216 sendo atendidos, portanto 300 pessoas ainda aguardam na fila", informa o Tenente Fernandes. Ainda segundo o Oficial, são feitos 30 atendimentos por dia, entre 8h e 12h. O Tenente-Coronel Alexandre esclarece que o atendimento da fila é por ordem de chegada.
Quando chega a sua vez, o paciente apresenta a documentação médica necessária e passa por uma bateria de exames. Ele é avaliado pela equipe multidisciplinar que verifica se o futuro praticante se adequa ao tratamento e qual a real eficácia do método para o tipo de deficiência apresentada.
 
"O paciente fica no mínimo dois anos no Centro e, durante esse período, ele é constantemente avaliado. Após esse tempo, a equipe se certifica se paciente recebe alta ou não. Por isso, temos uma grande procura, pois cada caso é um caso e não temos como mensurar o tempo exato do tratamento de cada praticante. Pode ser mais rápido ou mais demorado", explica o Tenente. De acordo com o militar, a melhora no quadro clínico dos pacientes chega a 80%.

 
 

Equoterapia em Belo Horizonte!!!!

A Equoterapia (método terapêutico que utiliza cavalos na ajuda do tratamento de crianças e adultos com deficiências físicas e mentais) está sendo utilizada pela PMMG (Polícia Militar de Minas Gerais). O CERCAT (Centro de Equoterapia do Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes) da Polícia Militar Belo Horizonte em parceria com a Fhemig (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais) é o único centro de equoterapia da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O projeto atende cerca de 220 pessoas e mais de 300 estão aguardando na fila. Segundo informações da Assessoria de Comunicação da Policia Militar, a Equoterapia é um projeto muito gratificante para a corporação. Os cavalos utilizados são os mais dóceis e mais velhos da cavalaria. A ANDE (Associação Nacional de Equoterapia), fundada em maio de 1989 em Brasília por um grupo de pessoas ligadas a equitação e por iniciativa do oficial de cavalaria do Exército Cel Lélio de Castro Cirillo. Segundo Vera Horne, da Coordenação de Centros e Filiação da ANDE, a ampliação do tratamento no Brasil dependerá de investimento na formação dos profissionais que integrarão as equipes e centros de equoterapia para a realização do tratamento. “Atualmente, não há nenhum tipo de suporte dos órgãos governamentais da saúde ou da educação, a não ser em alguns lugares, estando restritos a secretarias municipais ou prefeituras, que compreendem a importância de prestar este atendimento à população”, disse Horne. De acordo com os dados da ANDE (Associação Nacional de Equoterapia), o tratamento pode apresentar uma grande melhora na situação física e mental dos pacientes. Para ser atendido pelo projeto, o interessado deverá ter mais de três anos e ser portador de deficiência. As inscrições são realizadas na rua Platina, nº 580, bairro Prado em Belo Horizonte, informações pelo telefone (031)2123-9553.

PORTAL DOMINIO PUBLICO DO MEC

O MEC, tem um portal chamado DOMINIO PÚBLICO, que é uma especie de Biblioteca virtual com uma enorme gama de literatura, Teses e artigos disponiveis tudo gratis!! Val a pena conferir!!!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Dia A em Belo Horizonte, concentração na Praça da Liberdade!!!

FLAMENGO, DIA "A" ESTÁ É UMA COMBINAÇÃO QUE DEU CERTO!!!



Fotos de Claudia Marcelino!!!
Parabéns pela iniciativa, que sucesso!!!

Saúde - Um dia de cada vez no desafio do autismo - RTP Noticias, Vídeo

Saúde - Um dia de cada vez no desafio do autismo - RTP Noticias, Vídeo

Saúde - Hoje é o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo - RTP Noticias, Vídeo

Saúde - Hoje é o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo - RTP Noticias, Vídeo

IPOD E AUTISMO

Os professores e reabilitadores estão usando iPads  como uma ferramenta para alcançar as crianças com Autismo ou Síndrome de Asperger e os resultados são grandes.
As crianças autistas estão mostrando melhora depois de jogar alguns aplicativos de exercícios do IPad, iPods e iPhones… (acredito que a forma de interação e o hardware facilita o interesse de usar).
Para aqueles que não sabem, o Autismo é uma disfunção que afeta a maneira como a pessoa se comunica e se relaciona com outras pessoas. Os autistas geralmente apresentam prejuízos importantes em três áreas: interação social, comunicação e comportamento (interesses restritos e comportamentos repetitivos). 1 em cada 160 crianças com autismo tem duas vezes mais condições como: fibrose cística, paralisia cerebral, surdez ou cegueira na infância e é dez vezes susceptível à leucemia infantil.
Abaixo está a lista dos 10 melhores aplicativos iPad para Autismo:
Proloquo2Go – Este aplicativo fornece uma solução de comunicação “aumentada” e alternativa para crianças autistas que têm dificuldade em falar.
Ele possui a vocalização de textos, símbolos,  conjugações automática, um vocabulário padrão e muito mais. O Proloquo2Go é considerado como uma boa alternativa contra a compra de um dispositivo de comunicação alternativa caro. Professores e pais recomendam esse aplicativo para crianças e adultos com autismo, paralisia cerebral, síndrome de Down, deficiência de desenvolvimento, apraxia, asperger, acidente vascular cerebral ou traumatismo crânio-encefálico. O peço?? $ 189,99.


Grace – O Grace ajuda crianças com autismo e com outras condições que interferem na habilidade de se comunicar. Essa ajuda ocorre através da construção de frases a partir de imagens relevantes para formar frases.
Você pode personalizar o aplicativo usando imagens e o vocabulário da sua escolha. O aplicativo funciona em tempo real e permite ao usuário selecionar suas preferências e depois (no iPhone), girar o dispositivo para apresentar a frase de tamanho para o ouvinte – que vai lê-lo e responder ao seu pedido. Atualmente, você pode ter até oito cartões em uma sentença, e os cartões são grandes o suficiente no IPad a ponto de não precisar de uma exibição em tela cheia.
A beleza do Grace é uma das características que garante a interação do usuário com o ouvinte e a compreensão das necessidades reais do usuário, ajudando a aumentar as oportunidades de comunicação e a construir a confiança. O iPhone app Grace foi desenhado por Domican Lisa, mãe de dois filhos autistas, na Irlanda. Grace para iPhone e iPad está disponível para $ 37,99 (esse é mais em conta. #confesso).
 

iCommunicate para IPAD – Se o seu filho sofre de autismo ou déficits visuais então este app é para você. Ele permite que você crie fotos, flashcards, storyboards, rotinas, horários e informações audio-visuais personalizadas em qualquer idioma.
iCommunicate para IPad vem embalado com mais de 100 fotos (5 primeiras têm audio) para você começar. Você pode até mesmo adicionar fotos com sua câmera ou usar a pesquisa de imagens do Google. iCommunicate IPad para iPhone e está disponível em apenas 29,99 dólares.
Sobre esse aplicativo um dos usuários disse:
“Seu filho com autismo precisa ter um! Tenho uma série de aplicativos baixados no meu Ipad para meu filho autista, e o iCommunicate é de longe a mais útil e fácil de usar. Meu filho tem apenas 26 meses de idade, ele ainda é capaz de desfrutar do programa. É tão versátil que podemos obter uma imagem do Google e tudo que ele tem a fazer é tocar a imagem e ele é recompensado com uma música!”


First Then Visual Schedule – O aplicativo permite que você crie listas de pistas visuais que fornecem suporte ao comportamento através do uso de imagens que mostram acontecimentos diários (ou seja, rotina matinal), ou passos necessários para completar uma atividade específica (isto é, usar o banheiro).
Esse aplicativo  é único na medida em que é completamente personalizável as necessidades individuais de cada usuário. Os usuários podem adicionar gravações de voz pessoal e imagens diretamente de seu computador ou iPhone para criar uma agenda. Essa personalização permite horários a serem criados e atualizados.
Extremamente útil para indivíduos com atrasos de desenvolvimento, com problema de comunicação ou qualquer outra condição que se beneficie de um ambiente estruturado. Esse aplicativo está disponível na App Store por US $ 9,99. Ele é oferecido em Inglês, e é compatível com iPhone e iPod Touch.


iConverse – É um aplicativo do iPhone e iPod touch que funciona como um sistema de comunicação por troca de figuras (PECS) projetado especificamente para autistas e pessoas com outras deficiências de comunicação.
O iConverse vem embalado com imagens de comunicação que representam as necessidades mais básicas de uma pessoa. Quando ativado pelo toque, os ícones fornecem uma representação auditiva e visual da necessidade específica ou do que você quiser. Você pode até criar suas próprias imagens ou gravar sua própria voz! O iConverse app para iPhone e iPad está disponível por US $ 9,99.


 

Sobre o autor

Terapeuta ocupacional graduada pela UFPE. CREFITO 10476. Especialista em Tecnologia Assistiva pela UNICAP. Mestre em Design e Ergonomia pela UFPE. Administradora e colunista do reabilitacaocognitiva.org.

VIDEO DA LIGA COLOMBIANA DE AUTISMO!!!

Vencer autismo mensagem de Apoio!!!!!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

AUTISMO E CARNAVAL

JORNAL METRO DE GUARULHOS

GUARULHOS
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02 de abril de 2011 - 10:57
Arquivo Pessoal
Autismo atinge 70 milhões no mundo, diz ONU
Diagnóstico – Mário Paulino descobriu a síndrome de seu filho Rodolfo (centro) por meio de um panfleto
Autismo atinge 70 milhões no mundo, diz ONU
Marcela Fonseca
Um levantamento realizado pelo DCD (sigla em inglês para Centers of Deseases Control na Prevention), órgão de controle de doenças do governo norte-americano, uma a cada 110 crianças são diagnosticadas com autismo. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima haver mais de 70 milhões de pessoas com autismo em todo o mundo. No Brasil, segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), são quase dois milhões de pessoas portadoras da síndrome.
Hoje, data em que é celebrado o ‘Dia Mundial de Conscientização do Autismo’, para orientar e informar sobre a síndrome, a Defensoria Pública de São Paulo lança e distribui cinco mil exemplares da cartilha ‘Direitos das Pessoas com Autismo’, na Capital e Região Metropolitana.
Em Guarulhos, a partir das 14h, está prevista também uma caminhada promovida pelo Movimento Pró-Autista. A concentração acontece na Praça Getúlio Vargas, no Centro. Caracterizada como uma desabilidade do desenvolvimento, a doença afeta duas vezes mais meninos do que as meninas, e compromete a comunicação e a interação social do portador. De acordo como médico e especialista em autismo Éderson Moraes, a síndrome começa a dar os primeiros sinais a partir de um ano e oito meses de vida do bebê. “Isolamento, o interesse por um único objeto, a falta de atenção quando chamada, ausência do sorriso ou o sorriso descontrolado.
Não entender negativas, não reconhecer situações de risco e deficiência na comunicação e agressividade são indícios.“O  especialista explica ainda que, assim que diagnosticada, é importante que a criança comece o tratamento imediatamente. “O tratamento é feito por psicólogos, fonoaudiólogos, ou seja, uma gama de profissionais, e quanto mais cedo começar a estimular essa criança, melhores são as respostas”, disse.
Antes da década de 1980, as informações sobre síndrome eram ainda mais difíceis
Mãe de quatro filhos, Ana Maria Mello foi buscar em países da Europa e nos Estados Unidos as referências que precisava para cuidar de Guilherme, hoje com 31 anos de idade. “Viajamos em busca de informações de pesquisas e tratamentos”, contou ela, que pouco tempo depois fundou a Associação de Amigos do Autista (AMA) para tratar de crianças e orientar a outros pais de autistas. Mas a desinformação a respeito da síndrome, diagnosticada pela primeira vez no Brasil em 1946, que fez Ana Maria viajar, também pegou de surpresa outros pais que tiveram seus filhos autistas nascidos antes da década de 1980.
Certo de que seu filho Rodolfo sofria de algum distúrbio, mas sem conseguir dos médicos que consultou uma resposta, o metalúrgico Mário Paulino de Souza Filho descobriu a síndrome de Rodolfo por meio de um panfleto. “O folheto explicava como analisar em casa o comportamento da criança”, explicou. O diagnóstico de Rodolfo aconteceu quando ele tinha 7 anos de idade

Corrida Dia Mundial do Autismo na Zona Sul de São Paulo

Jornal do Porto em Portugal DIA A

ARQUIDIOCESE DE BELO HORIZONTE!!!

31/03/2011

Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo: Rádio Itatiaia e TV Horizonte repercutem a data
No próximo sábado, Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, a Rádio Itatiaia vai veicular uma entrevista com a diretora da Associação de Pais e Amigos de Pessoas Especiais (APAPE), Estela Maris de Souza, e com a coordenadora da Catequese Especial da Arquidiocese de Belo Horizonte, Marly Olinda Rabelo Teixeira. Além do trabalho desenvolvido pela APAPE, será abordada também a evangelização de pessoas especiais promovida pela Arquidiocese de Belo Horizonte por meio da Pastoral da Catequese. A participação de Estela Maris de Souza e Marly Rabelo Teixeira na Rádio Itatiaia será veiculada no próximo sábado, durante o programa Chamada Geral, que vai ao ar das 13h às 14h.
Reportagem especial na TV Horizonte
A TV Horizonte também vai veicular uma reportagem especial sobre essa data importante, que foi instituída pela Organização das Nações Unidas para alertar sobre a síndrome. Uma equipe da emissora esteve na casa de apoio da APAPE, que acolhe jovens com autismo.

PAPO DE MÂE!! TV BRASIL!!!

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domingo, 3 de abril de 2011

Alimentação adequada pode ajudar as crianças autistas


Oi, pessoal! O programa deste último domingo falou sobre AUTISMO. 
Durante a semana, disponibilizaremos aqui no blog muito material interessante  sobre o assunto. Fiquem ligados! A seguir, segue artigo da nutricionista clínica funcional  Priscila Bongiovani Spiandorello, especialista que participou do Papo de Mãe deste último domingo.
  
Alimentação adequada pode ajudar as crianças autistas
Por Priscila Bongiovani Spiandorello*
 O Autismo Infantil pode ser tratado com uma ampla variedade de terapias, tendo diferentes graus de êxito. Não existe uma origem única dos problemas vistos no autismo, mas hoje ele é tratado como uma doença multifatorial, com muitos fenótipos ou subgrupos, de aspecto imunológico, ambiental e genético.
Podemos citar a relação do autismo com o trato gastrointestinal, a sensibilidade ao glúten e caseína, ao sistema imune, aos erros inatos do metabolismo e a toxicidade por metais pesados e xenobióticos. É uma desordem complexa com muitos fatores etiológicos.
E a nutrição é um importante contribuinte para amenizar as características e os sintomas das desordens autísticas, ocorrendo melhora significativa na sociabilidade e comunicação das crianças. A alimentação adequada pode minimizar seus problemas melhorando a qualidade de vida da criança e de seus familiares.
O cardápio dos pequenos não pode ser comum a todos: deve-se respeitar a individualidade de cada criança, para garantir uma nutrição adequada e balanceada, com alimentos ricos em nutrientes que levem à produção de substâncias químicas necessárias para o funcionamento cerebral, assim como aquelas que são necessárias para que o organismo produza internamente outras substâncias químicas, enzimas e hormônios, retirando-se possíveis alimentos alergênicos, alimentos industrializados, açúcar e aditivos químicos em geral.
Ou seja, nada de corantes, conservantes, alimentos industrializados, açúcar, soja, leite e derivados, produtos com trigo, aveia, cevada, centeio e glutamato monossódico. A dieta isenta de caseína (tipo de proteína encontrada no leite e derivados) e do glúten, (proteína encontrada em alguns cereais), favorece as crianças que estejam dentro do espectro autistico, pois os peptídeos (resultantes do processamento de proteínas) derivados da caseína e do glúten apresentam similares opióides (substâncias naturais ou sintéticas derivadas do ópio) que afetam os neurotransmissores no sistema nervoso central (SNC). Além de promoverem efeitos como a redução do número de células nervosas do SNC e a inibição de alguns neurotransmissores, causando alterações comportamentais.
Além da dieta, existem suplementos que podem ajudar a controlar ou minimizar os sintomas do espectro autistíco: como vitaminas, minerais, ômega 3, probióticos, antifúngicos e enzimas digestivas, mas sempre devemos analisar as necessidades individuais de cada criança.
*Priscila Bongiovani Spiandorello é nutricionista clínica funcional. Participou como especialista convidada no Papo de Mãe sobre "autismo" exibido em 03.04.2011. Contato:prspiandorello@yahoo.com.br.

MG TV AUTISMO!!!

APADEM, FLUMINENSE E VOLTA REDONDA!!!

UM SHOW DE BOLA


PARABENS AO PESSOAL DA APADEM PELO SUCESSO DA INCIATIVA!!!

sábado, 2 de abril de 2011

JORNAL DIA DIA Portal R7 Autismo ainda é uma síndrome cheia de mistérios

JORNAL DIA A DIA!!

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo é neste sábado (2). A síndrome ainda guarda muitos mistérios e é um desafio para a ciência. Ainda não existe cura, mas é possível melhorar a vida dos autistas. Conheça um pouco mais sobre este transtorno nesta reportagem especial.

SRZD AUTISMO!!!!!!!!!!!

Dia do Autismo: conheça o transtorno complexo de causas desconhecidas

Luana Freitas | Ciência e Saúde | 02/04/2011 10h27


Foto: Reprodução de InternetO Dia Mundial do Autismo, um transtorno global de desenvolvimento de causas ainda desconhecidas, é comemorado neste sábado. Muitas pessoas já ouviram falar ou até conhecem autistas, mas talvez não saibam das características deste desvio. Para esclarecer sobre o assunto, o SRZD conversou com a psicóloga e professora do mestrado em Psicanálise, Saúde e Sociedade da Universidade Veiga de Almeida, Fátima Cavalcanti.
A especialista alerta que o autismo é uma síndrome "extremamente complexa", devido ao fato de a gravidade dos casos ser variável, tornando cada autista "diferente do outro". Atualmente, a estatística do autismo revela um dado alarmante: a cada 100 crianças nascidas no mundo, uma é autista. Segundo Fátima, acredita-de que o autismo pode ser causado por uma anormalidade no cérebro ou ter origem genética, apesar de nenhum fator ter sido confirmado.
O autismo é considerado um distúrbio do contato afetivo e aparece, geralmente, antes dos 3 anos de idade. Os desvios podem ser percebido, principalmente, em três campos: comunicação, interação social e imaginação.
De acordo com a psicóloga, o autista tem muita dificuldade na comunicação verbal e não verbal, sendo necessário utilizar frases simples e diretas para facilitar o entendimento do portador da síndrome. Para o autista, o mundo das palavras é estranho, e por esse motivo, ele tem uma "memória fotográfica", sendo muito ligado a imagens, conforme explicou Fátima.
"Ele não tem condições, por exemplo, de entender uma metáfora. Ele entende o concreto, sempre ao pé da letra", disse, citando o exemplo da frase: "chovendo canivete", que soa literalmente como perigo aos ouvidos do autista.
O portador do autismo também parece ter uma espécie de barreira ao se relacionar e interagir com outras pessoas, bem como de compartilhar os sentimentos e gostos. Por outro lado, sentem-se à vontade para lidar com objetos, seres inanimados, sendo muitas vezes vistos agarrados a brinquedos ou eletrônicos.
Outra característica facilmente detectada nos autistas é a rigidez no pensamento e no comportamento, ou seja, rejeitam ou estranham qualquer tipo de mudança ao seu redor.
"O autista tem grande intolerância na mudança de rotina. Seja ao fazer um trajeto diferente, ou tocar uma música nova no ambiente, e até mesmo mudar um sofá de lugar".
A especialista explicou que qualquer fato que fuja do hábito do autista, gera uma certa "desorganização" em sua mente, podendo gerar um comportamento agressivo por parte dele.
Fátima ainda disse que o autista "se sente invadido por estímulos sensoriais". O som de uma panela de pressão, por exemplo, pode representar a aproximação de um avião para o portador do autismo. O tecido de uma roupa pode gerar irritação e até mesmo cortar o cabelo pode parecer ameaçador e incomodar o autista.
Sintomas do autismo
Fátima Cavalcanti explicou que não existem exames laboratoriais para detectar o autismo. Este transtorno global de desenvolvimento é identificado através de sinais e da observação do paciente.
Segundo a psicóloga, o autista não costuma se juntar com outras crianças, não mantém contato olho no olho, resiste ao aprendizado, não demonstra medo, gosta de se balançar ou girar objetos, representando uma "fixação" por seres inanimados, além de poder apresentar hiperatividade.
Outro traço que pode caracterizar o portador do autismo é o fato de agir como surdo.
Foto: Reprodução de Internet"O autista vive isolado em seu próprio mundo. Por isso, vive distraído, ligado no seu interior", disse Fátima.
Ao perceberem algumas dessas características no comportamento dos filhos, os pais podem procurar um psiquiatra infantil ou uma psicóloga, que poderão fazer o diagnóstico da síndrome. O autismo pode ser tratado e o portador apresentar grande avanço com o auxílio de especialistas.

Autismo no Ceara dia A!!!!!!!!!!!!!!

Ato público conscientiza população sobre o autismo em Fortaleza!!!

ONU chama atenção para o autismo

sábado, 2 de abril de 2011 7:29

ONU chama atenção para o autismo

Deborah Moreira
Do Diário do Grande ABC

Chamar a atenção de todos sobre o autismo, uma doença que atinge até 2 milhões de pessoas no País e chega a 70 milhões no mundo. Foi com esse objetivo que a ONU (Organização das Nações Unidas) estabeleceu o 2 de abril como Dia Mundial de Conscientização do Autismo.
Por causa do desconhecimento do problema, principalmente sobre suas causas, a grande dificuldade apontada por especialistas é lidar com o comportamento do autista, que, diferente do que muitos pensam, não vive isolado em seu mundo. "Essa é uma impressão que temos de fora. O autista vê o mundo de maneira muito confusa, desordenada. Por isso são agitados, têm comportamento gestual bem característico. Apesar da dificuldade, compreendem a realidade", explicou o psiquiatra Estevão Vadasz, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Ele lembra que existem diversos graus de comprometimento do autista, que varia desde o autismo clássico, com bastante movimentos gestuais e repetitivos, até o menos comprometido, como a síndrome de Asperger, mais comunicativos e articulados.
A repercussão que a data mundial ganhou neste ano, no Brasil, está emocionando quem está acostumado a lidar com a doença. "O autismo é tão sério e complexo que se torna muito pesado para uma família só. É preciso dividir e compartilhar com a sociedade e governo. Depois de 27 anos de atuação, estamos emocionados com o destaque que o assunto está ganhando", disse Ana Maria Mello, superintendente da AMA (Associação de Amigos do Autista), na Capital, que atende 220 crianças e jovens. Para marcar o dia, diversos monumentos e prédios ganharão a cor azul.
A data foi criada em 2008, e só neste ano chegou ao Brasil. A pedagoga Eliane do Carmo Meira, 45 anos, moradora de Ribeirão Pires, atribui o alcance à mobilização feita em grupos de discussão na internet por centenas de pais e mães de autistas.
Eliane se dedica integralmente aos estudos sobre a doença desde 2006, quando descobriu que o filho, Matheus, 14, é portador da síndrome de Asperger. Mas as dificuldades surgiram desde seu nascimento. "Descobri na saída da maternidade que ele não enxergava. Já maior, foi taxado de deficiente visual malcriado. Até no Conselho Tutelar fui chamada por causa dele", lembrou Eliane, que criou uma sala de recursos dentro de casa para o filho.
Matheus está na 8ª série, matriculado na rede municipal, e tem aulas domiciliares com três professores. Sua matéria preferida é inglês, e pretende fazer faculdade de Ciências da Computação.
Diagnóstico é tardio por falta de capacitação, diz especialista 
Falta capacitação médica para o diagnóstico precoce do autismo. Segundo o psiquiatra Estevão Vadasz, que há 33 anos trabalha com pacientes autistas, cerca de 90% dos casos não são diagnosticados no País.
Falta capacitação médica para o diagnóstico precoce do autismo. Segundo o psiquiatra Estevão Vadasz, que há 33 anos trabalha com pacientes autistas, cerca de 90% dos casos não são diagnosticados no País.
Ele disse que em países desenvolvidos há um questionário a ser respondido pelos pais que indica se a criança tem ou não características de autismo.
"No País não há nada parecido. No HC estamos começando projeto de diagnóstico em bebês. Quanto mais cedo se descobre, melhor é a socialização e a capacidade de organização", contou Vadasz.
Estimativas internacionais apontam que a prevalência da doença é de um autista para cada grupo de 110 a 150 pessoas.

O pediatra e o Transtorno do Espectro Autista


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O pediatra e o Transtorno do Espectro Autista


31/03/11- Dia 02 de abril é o Dia Mundial de Conscientização
sobre o Autismo.
 A data foi instituída pelas Nações Unidas em 2008, com objetivo
 de ampliar
 o conhecimento sobre um problema que calcula-se atingir uma em cada
110 crianças.
]Segundo o dr. Ricardo Halpern, presidente do Departamento Científico
 (DC) de Pediatria
 do Desenvolvimento e Comportamento da SBP, é mais frequente
que muitas doenças e ocorre
mais em meninos, numa proporção de quatro para uma menina.
No Brasil foi feito um único estudo epidemiológico, realizado
 em Atibaia (SP), que encontrou uma
 prevalência de 27 por 10.000 habitantes. Acredita-se que existam em
 torno de dois milhões de autistas no País.
De acordo também com o dr. Ricardo, está no grupo dos
Transtornos Invasivos do Desenvolvimento e é melhor denominado
Transtorno do Espectro Autista (TEA), terminologia mais apropriada,
em razão da complexidade do
quadro e da diversidade de sintomas. Todas as áreas do desenvolvimento
 da criança são afetadas.
Em geral, o TEA acomete os indivíduos antes dos três anos de idade,
se caracteriza
por comprometer a capacidade de comunicação verbal e não verbal,
 reciprocidade social,
 e se acompanha de comportamentos bizarros ou estereotipados, explica.
O presidente do DC salienta que o autismo tem na sua etiologia uma
 base genética. Fatores ambientais e biológicos como prematuridade e
problemas perinatais,
 por exemplo, podem ser gatilhos para que os indivíduos com a
 alteração genética desenvolvam
 o problema. A identificação dos sinais de autismo é decisiva na condução
do tratamento.
Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais precoce também será a
intervenção e maior o
 sucesso na diminuição dos sintomas. Por isso mesmo, acompanhando
a criança
desde os primeiros momentos de vida, conhecendo também a dinâmica
de sua família,
 o pediatra tem uma posição ímpar nesta prevenção, ressalta o dr. Ricardo.
A SBP tem entre suas prioridades a capacitação do pediatra no
acompanhamento do desenvolvimento da criança e do adolescente.
 Coordenados pelo DC da área, serão ministrados cursos em todo país,
nos quais, entre outras questões,
 o Transtorno do Espectro Autista será abordado. Desde já,
o Departamento de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento
 disponibiliza para o pediatra um texto mais geral e o A.L.A.R.M.E
 uma ferramenta que poderá ser útil em sua prática. Ambos podem
ser encontrados na SBP Ciência. Clique aqui para acessar a revista. 
Assessoria de Comunicação da SBP
Tel: 55 21 2256-6856
       55 21 2548-1999 r/ 33 e 48
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