quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Simpósio Como Superar a Deficiência

   
    Simpósio Como Superar a Deficiência.
Dia 08/10/2011 - Escola de Medicina da UFMG.
Programa:
8:00 - Abertura
8:10 - Musicoterapia - Simone Pressotti Tibúrcio
8:30 - Nanismo - Eugênia Ribeiro Valadares - UFMG e Rosane F. Ribeiro de Oliveira
9:00 - Visão subnormal - Luciene Fernandes - UFMG e Marília Furbino Brettas Lana
9:30 - Surdez - Beatriz Fagundes Pedrosa - H. Otorrino e Maria Regina F. Tavares Pais
10:00 - Intervalo
10:30 - Autismo - André Vinicius Soares Barbosa - FHEMIG e Maria Helena Roscoe
11:00 - Doença de Parkinson - Lyster Dabien Haddad - H. Felício Rocho e João Batista Santos
11:30 - Síndrome de Down - Letícia Leão - HC - UFMG e Luzia Paulina Silva Zolini
12:00 - Almoço
14:00 - Políticas para pessoas com deficiência – Eduardo Barbosa - FENAPAE, Deputado Federal
14:20 - Arquitetura de uma sociedade inclusiva – Marcelo Pinto Guimarães - UFMG
14:40 - Trabalho e eficiência - Ana Lúcia de Oliveira - CAAD
15:00 - Educação em casa - Ana Regina de Carvalho - SEE - MG
15:20 - Heloíza do teclado
15:30 - Superação emocional da deficiência – Pedro Américo de Souza - UFMG
16:00 - Intervalo
16:30 - Atendimento odontomédico domiciliar - Mauro Ivan Salgado - UFMG
16:50 - Turismo na superação da deficiência - Márcia Lousada - UFMG
17:10 - Fé e superação - João Leite (Deputado Estadual)
18:00 - Encerramento: Dudu do cavaquinho e grupo de dança do ventre

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Alysson Muotri no Brasil


Autismo não é problema 'meramente pediátrico', diz pesquisador brasileiro

Alysson Muotri trabalha nos EUA e tem importantes estudos na área.
Em visita ao Brasil, cientista deu palestra para médicos e pais de autistas.

Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo


O biólogo brasileiro Alysson Muotri, que trabalha na Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA, esteve em São Paulo nesta segunda-feira (26) para dar uma palestra a um grupo formado por pais de autistas e médicos que tratam pacientes desse tipo. O evento foi promovido pela associação Autismo e Realidade.
O laboratório de Muotri é especializado nas pesquisas sobre os transtornos do espectro autista, como é conhecido o conjunto de condições que provocam sintomas semelhantes, sobretudo a dificuldade no contato social. Em 2010, a equipe conseguiu, em laboratório, curar um neurônio que tinha a síndrome de Rett, uma das formas de autismo.
Como trabalha em laboratório, sem contato direto com pacientes, o biólogo aproveita palestras como essa para aprender sobre o outro lado do autismo. “Eu sempre tentei manter esse contato bem íntimo com os pais e com os médicos até para me educar, conhecer quais são os sintomas e os quadros clínicos. Com isso, eu vou pensando em tipos de ensaios celulares que eu consigo fazer a nível molecular”, disse o pesquisador.
O biólogo Alysson Muotri, em palestra para médicos e pais de autistas (Foto: Tadeu Meniconi / G1)O biólogo Alysson Muotri, em palestra para médicos e pais de autistas (Foto: Tadeu Meniconi / G1)
Nos EUA, a relação com associações filantrópicas é ainda maior. Segundo ele, as doações que provêm de grupos como esse constituem “uma fonte importante de renda para a pesquisa”. “O Brasil não tem essa cultura”, contrapôs.
Segundo Muotri, investir na cura do autismo vale a pena não só pelas melhorias na vida dos pacientes, mas também pelo retorno econômico em longo prazo. Ele calculou que, ao longo da vida, um autista custa US$ 3,2 milhões, e ressaltou que cerca de 1% das crianças norte-americanas têm a disfunção – não há registro estatístico para o Brasil.
“As pessoas se enganam de achar que esse é um problema meramente pediátrico. As crianças vão crescer, vão ficar adultas e muitas delas vão ficar dependentes, dependentes de alguém. Nos EUA, a dependência é do estado”, argumentou o pesquisador, que é colunista do G1.
O autismo
A genética por trás do autismo é complexa. Afinal, não se trata de uma doença, mas de várias síndromes. “A forma de herança é difícil de explicar. Não é um gene que passa de pai para filho. São 300 genes, há uma interação entre eles, se misturam a cada vez que isso é passado para uma geração”, explicou Muotri.

Por isso, quando pensa num potencial medicamento que possa levar à cura do autismo, o pesquisador deixa de lado a causa genética e prioriza o funcionamento dos neurônios. Nos autistas, a sinapse – ativação das redes neurais – não funciona da mesma maneira. A comunicação entre as células nervosas é menor e os transtornos são consequência disso.
No momento, sua equipe está procurando um remédio que possa melhorar esse funcionamento. Para isso, estão fazendo testes com microorganismos que vivem no fundo do mar, cuja composição química ajuda na interação com os neurônios. Outra opção são medicamentos feitos no passado para tratar outras doenças e não funcionaram, mas que podem dar certo nesse caso; a vantagem é que eles já têm aprovação prévia dos órgãos regulamentadores dos EUA.
Achar a substância certa é difícil, pois Muotri definiu o método de procura como “totalmente tentativa e erro”. “O que a gente chama de drogas candidatas são as que a gente já sabe que atuam na sinapse, mas elas podem não funcionar. Quanto mais a gente testar, melhor, aumenta a chance de a gente encontrar alguma coisa”, contou.
O autismo hoje não tem cura. Porém, em 5% dos casos, quando o diagnóstico é rápido e a variação é mais branda, as crianças conseguem eliminar a síndrome com acompanhamento psiquiátrico.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Curso de Musica para Inclusão UFMG


Matrículas: 22 de agosto a 05 de outubro de 2011.
O objetivo do curso é favorecer a reflexão sobre o lugar da música na educação infantil, em especial, na educação inclusiva. Apresentar atividades e recursos para a utilização da música para facilitar e promover o desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras, de linguagem e sociais. O Curso é realizado em dois módulos, sendo um módulo por semestre.

sábado, 24 de setembro de 2011

Indignação - Professores X Governo, ou melhor Governo contra a População







Sou Educador, Graduando em Pedagogia,( Mas acho que vou virar Engenheiro, ou médico ou quem sabe Deputado, é isso parece melhor acho que esse tem sálario a atende a meu preciosos filho, assim vou dar algo digno para meus filhos) Sou pai de 2 crianças Autista e resido em BH MG, e estou envergonhado, em ser Brasileiro, e piorou Mineiro, estamos em Pleno 2011, e temos classificação de Terceiro Mundo, mas estamos caminhando com quinto,e  estamos vivendo um Déjavu dos anos 70, temos péssima Educação, não por que temos maus profissionais, digo como filhos de Professora Aposentada, e além de professora Artista Plastica, que amava ensinar de deixou esse amor para mim filho Educador SOCIAL,  temos professores fantasticos e facinantes tenho muitos amigos professores assim, mas como se dedicar e encantar os alunos, se tem que trabalhar 3 turnos, é 3 turnos, pois para ter uma renda de 2 salarios, isto é 1090,00 reais um professor terá que trabalhar em 3 turnos. NA prática é  370 arredondando +370+370 = para ter exatos 1110,00 ou seja, exatos 2 salarios. E quem vive, mora, come, veste, e educa filho com repito 1110.00 trabalhando 3 turnos, conheço gente assim, que deixa os filhos sozinhos para bancar o básico, para uma vida digna, DIGNA mas há contrversa.   
No país do Prouni, do Educamais, do Fies, servente, auxiliar, faxineira, sem precisar de escolaridade nenhuma,  ganha 545.00 reais  mais bneficios muitas vezes. E Professor, 370 reais arredondando.

Sabemos que sem educação voltaremos para a era rural. Tem grana para copa, para Multinacionais, para salarios politicos milionarios, mas não para o povo Brasileiro.

Tenho  muito  medo pois sou pai tenho filhos especiais, para que seja educados adequadamente, os professores tem que ter especialização em Educação Especial, Mas como?

O Estado não paga qualificação, eu não posso pagar a qualificação para os professores, ganhando 370 reais arredondando para cima, como se qualificação.

O governo mandou os alunos especiais para a escola Regular, mas mandar para que nossos filhos ficarem nos corredores, nos pátios os para que eu possa ter 4 horas de sossego? Por que aqui neste estado MG, quem tem dinheiro tem Educação que não tem quem que ter um SONHO grande, e um DESEJO forte para vencer, pois pagamos impostos dignos de primeiro mundo e temos atendimento de Quinto ou talvéz Quarto mundo.

E como não bastasse se não concordarmos com o Governo estilo Morales, podemos receber de companhia a tropa de Choque, para conter PAIS de familia, igualzinho nas favelas dominadas pelo tráfico, só que mais diveridas pois as munições são vermelhas tipo, Borracha vermelho sangue, Presente para pais de familias.
Imagine você,

Um professor Chega em casa em MG com uma grande marca rouxa no corpo, seu filho 7 anos chega e pergunta:
Que que isso PAPAI?
O Pai responde?
È que hoje a POLICIA  Militar atirou em mim.
O filho responde por que PAPAI, Você roubou alguem?
O pai novamente responde:
Não é por que fui pedir ao meu patrão um aumento para poder garantir a sua Educação, saúde e dignidade, para você ser alguém de bem.
Responde o filho:
 "deus me livre " de ser gente de bem, vou ser para que papai se gente de bem, não tem dinheiro e ainda apanha calado
.
Baseado em Fatos reais.


AHHHHHHHHHHHH Minas Gerais.




Autismo e Inclusão Globo Paraná

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Criança Autistas de 8 anos é expulsa da Escola em Contagem MG

A direção de uma escola em Contagem expulsou um aluno com necessidades especiais. A alegação é de que ele é agressivo, mas a Apae, onde ele é atendido, nega e os pais estão revoltados.

O menino tem 8 anos. Reservado, não gosta muito de conversar com adultos. Em uma fase que as crianças são bastante agitadas, ele é tímido e quieto. Os pais dizem que o menino é autista. Desde que se matriculou em 2009, faz acompanhamento na Apae de Contagem. O conselho escolar teria feito um abaixo-assinado para retirar o menino do colégio.

A criança é amparada por uma lei federal que garante o atendimento escolar a crianças especiais. A lei da inclusão prevê que nenhuma instituição de ensino pode recusar alguém que tenha alguma deficiência. A vice-diretora diz que nunca houve discriminação ao menino e relatórios de professores alertam para a agressividade do garoto


Fonte Jornal da Alterosa

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Audiência Pública em ALMG 21 de Setembro



 
Rede de saúde mental vai integrar as políticas públicas


A criação de uma rede de saúde mental que irá integrar as políticas públicas e o atendimento às pessoas com deficiência intelectual foi defendida pelo coordenador de Saúde Mental da Secretaria de Estado de Saúde, Paulo Roberto Repsold. Ele participou de audiência pública da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência nesta quarta-feira (21/9/11), que teve como objetivo discutir as políticas públicas estaduais voltadas para as pessoas com deficiência intelectual, em especial, os autistas. Entretanto, familiares de pessoas com deficiência intelectual presentes na reunião cobraram a implantação efetiva de políticas públicas voltadas, em especial, para o autismo.
Paulo Roberto Repsold falou que o Governo do Estado está voltado para a criação de uma rede de saúde mental, procurando integrar as políticas públicas e o atendimento. Segundo ele, a rede de saúde mental vai reunir desde o atendimento primário, por meio principalmente das equipes de saúde da família, até o atendimento especializado a ser prestado por clínicas e hospitais.
Ele também destacou a importância do treinamento e da qualificação do agente comunitário, que pode identificar a situação e ajudar no diagnóstico precoce. De acordo com o coordenador, a necessidade desse treinamento específico já está prevista na criação da rede de saúde mental.
A coordenadora especial de Apoio e Assistência à Pessoa com Deficiência, Ana Lúcia de Oliveira, falou que a Coordenadoria Especial tem como função principal a elaboração de políticas públicas para pessoas com deficiência. Segundo ela, foram estabelecidas como metas a elaboração de uma campanha de acessibilidade e de políticas públicas voltadas para a educação inclusiva e para a equoterapia. Ela afirmou que a coordenadoria está trabalhando para a implantação dessas políticas.

Poder público deve ouvir sociedade
A presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Maria Cristina Abreu Domingos Reis, defendeu o estabelecimento de parcerias com a sociedade civil. Ela falou sobre o papel fundamental desempenhado hoje pelas associações e defendeu que o poder público escute as demandas da sociedade e a partir daí formule suas políticas públicas.
Já a presidente da Associação de Pais e Amigos de Pessoas Especiais, Estela Maris Guillen de Souza, defendeu a necessidade de mobilizar e conscientizar a comunidade sobre o autismo. Segundo ela, uma grande parcela da população ainda não sabe o que é o autismo.

Familiares - Na fase de debates da reunião, vários familiares de pessoas com deficiência intelectual se manifestaram e fizeram vários relatos sobre as dificuldades enfrentadas no seu dia-a-dia. Eles cobraram a real implantação de políticas públicas para as pessoas com deficiência intelectual e defenderam que os gestores públicos escutem as famílias e enxerguem a difícil realidade enfrentada por essas famílias.

Custo do autismo pode diminuir com o diagnóstico precoce
O psiquiatra Walter Camargos Júnior defendeu a necessidade de desenvolver políticas voltadas para o diagnóstico precoce do autismo. Segundo ele, o diagnóstico precoce ameniza o grau de comprometimento da pessoa e acaba por reduzir os custos.
Walter Camargos afirmou que o autismo tem um custo familiar e social muito alto, pois a pessoa com autismo já nasce com essa condição. Segundo ele, atualmente em Minas Gerais devem existir mais de 100 mil pessoas com autismo, sendo que o custo do autismo infantil seria entre R$ 8 mil e R$ 30 mil por ano. Destacou que a situação é pior para as famílias mais carentes, que têm menos recursos e precisam comprometer boa parte da sua renda.
A secretária executiva e superintendente da Apae de Belo Horizonte, Darci Fioravante Barbosa, também considerou ser fundamental o desenvolvimento de políticas voltadas para o diagnóstico precoce. Segundo ela, na Apae, é possível perceber o tanto que o diagnóstico tardio acaba por prejudicar a pessoa com deficiência intelectual. Darci Fioravante Barbosa considerou que o diagnóstico tardio não possibilita que, desde cedo, a criança receba o atendimento especializado.

Falta de estrutura - A secretária executiva afirmou que falta estrutura para um atendimento adequado das pessoas com deficiência intelectual. Segundo ela, a rede Apae hoje consegue atender em todo o Estado cerca de mil pessoas com autismo. "É um número ainda muito pequeno", considerou. Ela também falou sobre a importância de desenvolvimento de políticas públicas voltadas especificamente para o envelhecimento das pessoas com autismo.

Ministério Público aponta lacuna na legislação
O analista do Ministério Público Daniel Reis afirmou que as pessoas com deficiência têm seus direitos violados constantemente. "Nós lidamos diariamente com a falta de rampas de acesso, de calçadas adaptadas, de vagas de estacionamento reservadas que estão ocupadas por outros veículos, entre outros", considerou. Para ele, uma sociedade inclusiva tem que prever todos os serviços para todos na medida das necessidades de cada um.
Daniel Reis afirmou que o Ministério Público está elaborando um estudo sobre a situação das pessoas com deficiência. Segundo ele, existe uma lacuna na legislação que ainda não previu medidas de proteção às pessoas com deficiência e que não estão amparadas ou pelo Estatuto da Criança e do Adolescente ou pelo Estatuto do Idoso. Nesse sentido, o autor do requerimento, deputado Célio Moreira, lembrou que apresentou um projeto de lei (PL 377/11), que determina a obrigatoriedade de o Estado proporcionar tratamento especializado, educação e assistência específicas a todas as pessoas com deficiência mental moderada a grave ou autismo, independemtente da idade.

Deputado cobra implementação de políticas públicas
O autor do requerimento, deputado Célio Moreira (PSDB), destacou que em Minas Gerais familiares e organizações civis lutam pelo direito ao atendimento especial das pessoas com deficiência intelectual. Ele lembrou que o assunto já foi discutido na ALMG, durante a última legislatura, pela Comissão Especial para o Estudo da Atenção à Pessoa com Transtorno Mental, Deficiência Mental ou Autismo e que o relatório apontando as várias lacunas que ainda devem ser preenchidas pelo poder público foi encaminhado para todas as instituições públicas pertinentes.
"Entretanto, pouco ou quase nada mudou nos últimos cinco anos", lamentou. Para Célio Moreira, a falta de políticas públicas integradas e destinadas às pessoas com deficiência intelectual acaba por tornar mais difícil a situação das famílias. Ele afirmou que é preciso a união das famílias e das entidades para cobrar a elaboração e implantação das políticas públicas e explicou que irá apresentar requerimentos para levar essa discussão ao Executivo.

Formação dos médicos - O presidente da comissão, deputado Doutor Wilson Batista (PSL), destacou que é preciso investir na formação dos médicos, pois muitas vezes eles não estão preparados para dar um diagnóstico correto e precoce. O parlamentar também afirmou que várias políticas públicas estão sendo desenvolvidas, mas é preciso expandi-las em todo o Estado.
Já o sargento José Geraldo Nunes falou sobre o centro de treinamento com equoterapia da Polícia Militar. Ele convidou os parlamentares para conhecer o centro e apoiar a sua ampliação.

Presenças - Deputados Doutor Wilson (PSL), presidente; e deputado Célio Moreira (PSDB).

 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Informe Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Pais de alunos com deficiência temem
possibilidade de extinção das Apaes
Pais de pessoas com deficiência estão apreensivos quanto à possibilidade de extinção das escolas voltadas
exclusivamente para esses alunos. Eles participaram de reunião da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia,
realizada ontem, e criticaram o Projeto de Lei Federal 8.035/10, que contém o Plano Nacional de Educação. Uma das metas desse plano, que ainda precisa ser aprovado pelo Congresso, é universalizar o atendimento a alunos
com deficiência na rede regular de ensino. Para o deputado Duarte Bechir (PMN), que solicitou a reunião, essa medida pode significar o reforço à inclusão desses alunos nas escolas regulares em detrimento das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes). “O cumprimento dessa meta pode resultar no esvaziamento das Apaes. Essas entidades promovem relevantes ações voltadas para o desenvolvimento infantil e contribuem para a integração social das
pessoas com deficiência. Esse trabalho não pode ser comprometido”, afirmou. Segundo o deputado
federal Eduardo Barbosa (PSDB-MG), a inclusão desses alunos nas escolas regulares seria feita por meio da criação
de salas multifuncionais, que eles frequentariam pelo menos duas vezes por semana. Além de participar dessas aulas
especiais, as crianças com deficiência seriam matriculadas nas salas de aula comuns. “Essa matrícula dupla vai ser
um faz de conta, um desperdício de dinheiro. Quem será o responsável pelo processo de
aprendizado?”, questionou. Na avaliação de Eduardo Barbosa, que preside a Federação Nacional das Apaes, o Plano
Nacional de Educação pode cercear o direito das famílias de escolher onde matricular seus filhos. Ele também alertou
que a obrigatoriedade de frequentar escolas regulares pode afastar os alunos com deficiência das salas de aula.
O presidente da Federação das Apaes de Minas Gerais, Sérgio Sampaio Bezerra, disse que as
famílias estão em polvorosa com a possibilidade de extinção das escolas especiais. O diretor da Federação
Nacional de Educação e Integração dos Surdos, Rodrigo da Rocha Malta, explicou que é fundamental garantir o ensino
de Libras como primeira língua para os surdos, e disse que é preciso preparar as escolas regulares para receber
os alunos com deficiência. “Vamos ser realistas: nossos profissionais da educação não estão aptos para receber esses
alunos. As Apaes são essenciais para a sua inclusão social”, alertou a conselheira estadual de Educação Suely
Duque Rodarte.
Secretaria diz que parceria continua
A Secretaria de Estado de Educação (SEE) vai continuar com sua parceria com as Apaes, garantiu a subsecretária
de Desenvolvimento  da Educação Básica, Raquel Elisabete de Souza Santos. “O papel das Apaes no atendimento
a crianças com deficiência é fundamental, e não vamos mudar a regra do jogo”, assegurou. Segundo a subsecretária, a porta de entrada de todas as crianças na rede de ensino é a escola comum, que deve comunicar
à SEE a existência de alunos  com deficiência. Caberá à família decidir por manter a  criança na escola regular ou encaminhá-la para uma instituição especial.
Analfabetos –
analfabetas, e o número de matriculados na escola caiu de 700 mil em 2006 para 639 mil em 2009. Em Minas Gerais,
de acordo com o censo 2010, há 1,3 milhão de pessoas com deficiência em idade escolar, mas apenas 41,4
mil frequentam a escola. Elas são atendidas principalmente pelas Apaes, que estão presentes
em 420 municípios. Cerca de 60% dos professores das Apaes são servidores estaduais, cedidos pela Secretaria
de Educação. O presidente da Comissão de Educação, deputado Bosco (PTdoB), disse que é
preciso discutir a questão do financiamento do sistema educacional. Segundo ele, os estados e municípios
são responsáveis por 88% dos investimentos em educação, enquanto a União responde por apenas 12%
desses gastos. O deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB) manifestou apoio às Apaes.
Atualmente, segundo o deputado federal Eduardo Barbosa, 60% das pessoas com deficiência são
Presenças –
Deputados Bosco (PTdoB), presidente; Dalmo Ribeiro Silva (PSDB), vice; e Duarte Bechir (PMN).
Comissão de Educação discutiu impacto de plano nacional no atendimento prestado por escolas especiais
Alair Vieira
20 de setembro de 2011 SOLIDARIEDADE terça-feira – Assembleia Informa •

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Autistas Famosos

Muitos pensam que o diagnóstico de autismo condena uma criança a uma vida solitária sem qualquer realizações. A história provou que esta teoria é falsa, e muitas pessoas com as formas de funcionamento superior do autismo passaram a fazer grandes coisas. Há algumas pessoas autistas famosas que podem ser uma inspiração para as crianças com autismo ou para seus pais.
Embora não tenha sido comprovado, alguns especulam que Albert Einstein pode ter tido uma forma de autismo de alto funcionamento. Porque ele não é mais vivo, não há nenhuma maneira que se possa ter certeza do diagnóstico. No entanto, essa teoria é popular e é atribuída a alguns comportamentos que ele demonstrou, e em suas próprias palavras, muito solitário e não se sentia particularmente ligado a ninguém, nem mesmo a seus familiares próximos. Ele era brilhante em matemática, mas algumas fontes dizem que ele só começou a falar na idade de dois ou três anos. Ele costumava ficar tão envolvido com seu trabalho que era capaz de esquecer de fazer as refeições, e se uma palestra que ele estava dando não chamasse nenhum ouvinte, ele daria a aula de qualquer maneira. Novamente, esta é apenas uma teoria, mas parece que esta hipótese pode ser válida.
A atriz Daryl Hannah diz-se ter sido diagnosticada como  no “limite do autismo” com menos de 3 anos, mas teve uma carreira bem sucedida como atriz. Ela é provavelmente mais conhecida por seu papel nos filmes Splash e na série Kill Bill.
Andy Kaufman (falecido em 1984) era conhecido por ter um sentimento muito estranho e bizarro de humor. Ele é outro ator que acredita-se com o autismo.
Dois artistas muito conhecidos, Vincent van Gogh e Andy Warhol podem ter tido autismo. Eles apresentaram muitos traços de pessoa com alto grau de funcionamento nesta condição, e eram vistos como “excêntricos” e brilhantes.
Embora Courtney Love não seja, provavelmente, o melhor exemplo do que alguém com autismo pode fazer, percebe-se que ela foi diagnosticada na idade de três anos como “levemente autista “. Ela teve seus altos e baixos, mas sua banda Hole fez algum sucesso.
Talvez algumas das pessoas mais conhecidas com essa condição nasceram antes que um diagnóstico real pudesse ser feito. Isso significa que essas pessoas autistas famosas têm um “diagnóstico” que se baseia em especulações e por coisas que eles eram conhecidos quando estavam vivos. Muitas dessas pessoas são importantes, tanto por razões históricas e por melhorar o mundo à sua maneira. Exemplos são Sir Isaac Newton (matemático), Wolfgang Mozart (compositor e músico), Charles Darwin (naturalista / cientista) e Michelangelo (pintor / escultor / arquiteto / poeta).
Bill Gates (citado no livro “Thinking in pictures” de Temple Grandin como tendo características autistas) é diretor da Microsoft e inventor do Windows. Nasceu em 1955 em Seattle (EUA). Gates se balança continuamente durante reuniões de negócios e em aviões (autistas fazem isso quando nervosos), não gosta de manter contato olho-a-olho e tem pouca habilidade social. Não dá importância à sua aparência.
Temple Grandin  nasceu autista, coisa que na época ninguém conhecia muito bem. Seu jeito peculiar de pensar e seu comportamento antissocial e agressivo eram mal vistos por professores e colegas de escola na infância. Frequentemente brigava com outras crianças. Ela tinha dificuldade de aprender certas coisas, porque as coisas para ela seguiam uma lógica particular. A única coisa que podia deixar Temple mais calma era um abraço forte, mas ela não conseguia dizer isso nem a sua mãe.Temple é Ph.D em ciências animais na Universidade Estadual do Colorado.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Audiência Pública em MG

Audiência Pública na ALMG, discutirá as políticas públicas voltadas para o atendimento das necessidades especiais dos DEFICIÊNTES MENTAIS e AUTISTAS. Especialmente em Educação e Saúde.

DATA: 21 DE SETEMBRO, AS 10:30 H

Compareçam!!! Essa é a única forma de mostrar que não estamos satisfeitos com o tratamento e atendimento que nossos filhos, amigos, alunos e vizinhos recebem.
...
Divulguem!!

Informação obtidas via Gabinete do Dep. Célio Moreira, fone : 2108- 5280

Forum Autismo - Primeira Noticia

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Convite da AMA MG

 A Associação Amigos dos AUTISTAS de Minas Gerais convida você, que é um AMIGO  dos AUTISTA, a se associar.
Estamos lutando pela garantia de direitos, e melhor atendimento nas áreas, clínicas, terapêuticas e educacionais, para nossos filhos, familiares e amigos.
Venha fazer parte desta luta, os Autistas de Minas precisam de você.   Juntos somos mais fortes e podemos conquistar muito mais.
Exerça sua cidadania, se mobilize, participe, o mundo precisa conhecer o Autismo e nós precisamos ensinar ao mundo como ama-los, compreende-los e aceita-los.
Essa é nossa luta junte-se a nós.
E-mail:       amigosdosAutistas@rocketmail.com  ou                              jasdesouza@gmail.com   Ou Ligue : 31 8594-5897    
                                

domingo, 11 de setembro de 2011

ANDA Montes Claros

Entidade de auxilio ao autista ganha terreno
 
 

Após a concessão do título de utilidade pública municipal proposta pelo vereador Valcir Soares (PTB), através da Lei nº 4.248/2010, os vereadores de Montes Claros aprovaram por unanimidade a doação de um terreno na cidade para a Associação Norte Mineira de Apoio ao Autista (ANDA), na manhã de terça-feira, 05. O Projeto de Lei é de autoria do executivo.

Segundo o presidente da Câmara, vereador Valcir Soares, 60 famílias são beneficiadas com os serviços prestados pela entidade e, a doação de um terreno vai complementar ainda mais, para que outras famílias também sejam auxiliadas pela associação.
No momento da aprovação do PL, Valcir observou que a entidade já conseguiu R$ 14 mil para construção do muro no terreno doado pela prefeitura. "O pessoal da Anda já conseguiu até recursos para murar o terreno. Essa doação é de suma importância para Montes Claros e par ao Norte de Minas. Todos os parlamentares estão sensibilizados com o trabalho da entidade", afirma.
Ainda segundo o parlamentar, com a doação do terreno à entidade, a equipe de profissionais que prestam serviço para a associação vai poder aumentar o número de atendimento às famílias que necessitam de apoio ao autista. "Além de oferecer assistência e apoio aos pais, aos familiares e aos indivíduos com autismo, a entidade participa ativamente na mudança de pensamento e comportamento da sociedade. Essa doação do terreno é o suporte favorável que eles precisam", enfatiza.
AUTISMO
O autismo é uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa se comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente. Algumas crianças apesar de autistas apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes outros presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.
As características mais comuns verificadas nos autistas são: não estabelece contato com os olhos; parece surdo; pode começar a desenvolver a linguagem, mas repentinamente isso é completamente interrompido sem retorno; age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros; ataca e fere outras pessoas mesmo que não exista motivos para isso; apresenta certos gestos imotivados como balançar as mãos ou balançar-se, cheira ou lambe os brinquedos; e mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente.

sábado, 10 de setembro de 2011

Crianças com autismo, Conexão via de trânsito NY Times

Ravi elaborou elaborar propostas para o serviço de ônibus expandido em Brooklyn, e decorou a data exata que o trem parou de funcionar W em 2010.
E ele é de apenas 5 anos de idade.
Como muitas crianças com perturbações do espectro do autismo, Ravi é fascinado por trens e ônibus, encantado com seu movimento e previsibilidade.
E por muitos anos, essas crianças lotaram o exposições do modesto New York Transit Museum, conversando sobre horários e componentes de motor e mapas de metrô de idade.
"Isso é realmente seu elemento", disse a mãe de Ravi, Juliana Boehm, que traz Ravi e Oliver, seu irmão de 8 anos de idade, que também está no espectro do autismo, ao museu quase semanalmente.
"Se eu sugerisse outra atividade", ela acrescentou, "ele pode ter provocado a ansiedade."
Agora, o museu, e outros como ele, estão se movendo para além acomodar o entusiasmo para comboios e autocarros entre as crianças com autismo e tentando usá-lo para ensiná-los a se conectar com outras pessoas - e do mundo.
Marcia Ely, diretor da New York Transit Museum da assistente, ajudou a criar o alcance após a detecção da demanda esmagadora: Escolas para crianças com autismo inundou-a com pedidos de visitas de campo, ela foi regularmente parado na rua por pais de crianças autistas, que queria falar
quando ela estava carregando seu guarda-chuva museu trânsito; e ela viu os filhos mesmo retornando ao museu a cada fim de semana.
O museu criou uma "Sleuths Subway" depois da escola-programa para a 9 - e 10-year-olds com autismo, que enfoca a história dos trens de Nova York, mas procura fazer as crianças mais à vontade socialmente.
Oliver foi autorizada no programa um ano antes.
A resposta ao programa foi tão positivo que o museu está planejando para expandi-lo no outono.
A ligação entre os trens eo autismo é bem documentada. Autismo se refere a um espectro de doenças que geralmente inclui comprometimento na interação social e, por vezes, inclui interesses estereotipados, como trens.
Pessoas com autismo têm dificuldade de processar e dar sentido ao mundo, para que eles sejam atraídos para padrões previsíveis, o que, naturalmente, os comboios passam por.
Que explica por que crianças com autismo tendem a ser atraídos mais para metrô, que viajam na parte de trás-e-vem faixas, com pouca variabilidade, do que os aviões, que se movem de forma mais variável.
E eles como sujeitos com um monte de detalhes que eles podem dominar.
Na Grã-Bretanha, lar de Thomas o Tank Engine e no site da Thomas arrecadador de fundos passeios organizados pela National Autistic Society, o movimento de trânsito para os programas sob medida museu para crianças com autismo é mais estabelecida. O London Transport Museum recentemente sediou um evento para estudantes do ensino médio para passar o tempo com o departamento de horários.
A National Railway Museum em York, Inglaterra, criar um fórum para começar a deficiência de catering para os visitantes com autismo.
Liz Syed começou um clube de trem em Cheshire, Inglaterra, onde famílias que enfrentam transtornos do espectro do autismo se reúnem mensalmente, brincar com trens de brinquedo e falar sobre fascinações de seus filhos.
"Quando vamos para treinar museus, eles são absolutamente cheios de crianças com autismo", diz Syed disse. "Eles foram muito bem atendidos. É em parte para as crianças e, em parte, para os pais.
É bom para conhecer outras pessoas arrastando em torno dos museus de trem. "
Claro que não, cada criança tomadas com Thomas o Tank Engine tem autismo. O que distingue a condição é intensidade. Dr. Shirley Cohen, um aposentado professor Hunter College, que ajudou a iniciar um programa em escolas de Nova York para crianças com autismo, descrito como uma criança não iria fazer qualquer trabalho em sala de aula a menos que pudesse passar um tempo em uma mesa Motor Thomas the Tank.
Outro rapaz, cujo quarto foi decorado com uma decoração Thomas nunca quis sair da sala.
"O que acontece é que se torna o foco central de sua vida e que tipo de retoma," Dr. Cohen disse.
A capacidade de crianças com transtornos do espectro do autismo se lembrar de detalhes pode ser surpreendente. Lauren Hough, um conselheiro do "Metro Sleuths" do programa, disse que quando ela perguntou como chegar a qualquer lugar na cidade, alguns dos participantes poderia dizer-lhe que treinam não apenas a tomar, mas o número exato de degraus em cada um dos
as estações.
Um dos exemplos mais extremos de alguém obcecado com trens em Nova York é Darius McCollum, de 46 anos, que tem síndrome de Asperger, uma forma de autismo.
McCollum foi preso mais de duas dúzias de vezes, principalmente para os trabalhadores de trânsito e até mesmo passar por comandando um trem do metrô e um ônibus.
Pesquisadores e educadores no mundo do autismo estão constantemente a tentar gerir este paixão. Quando os trens rumble sobre a ponte de Manhattan após o playground telhado em Brooklyn que a Educação League e Centro de Tratamento tem para seus filhos com deficiência, alguns alunos com autismo parar de jogar e deve ser acalmado porque eles se tornam tão animado com a visão de um trem.


Mãe de Johnathan, Yochabell Veras, disse que, entre seu filho três paixões - carros, trens e robôs - ele encontra trens o mais suave. Ele gosta de assistir os trens que passam pela sua janela da sala em Coney Island, Brooklyn, e fica chateado quando não estão na programação. "Quando ele vê os trens, ele se acalma", diz Veras disse.
Alguns pesquisadores têm tentado aproveitar esta preocupação para ajudar crianças com autismo desenvolvem.
Simon Baron Cohen, que dirige o centro de pesquisa do autismo na Universidade de Cambridge, descobriram que, quando crianças com autismo passou 15 minutos por dia assistindo vídeos de animação de veículos com rostos humanos sobre eles, sua capacidade de reconhecer emoções melhorou depois de um mês.
"As crianças com autismo tratar trens em movimento, especialmente aqueles que têm movimento limitado como apenas indo ao longo dos trilhos, como uma recompensa natural," disse ele. "Ele lhes chama a atenção.
Uma vez que você tem a atenção da criança, você pode fazer muitos tipos de ensino. "
Os pais esperam atração de seus filhos intenso de trens, e estar perto de outras pessoas com interesses semelhantes, podem levar a algo valioso em sua vida adulta.
"Ele está muito interessado em eletrônica e construção em geral", disse a Sra. Boehm de Oliver.
"E se ele está trabalhando em algum lugar - ele tem idéias brilhantes -. Ele iria ajudá-lo a trabalhar em outro grupo porque um monte de vezes que ele mantém as coisas para si mesmo"
Em uma sexta-feira recente, a família mais uma vez visitou o museu de trânsito, que está em uma estação de metrô abandonada perto da Ponte Brooklyn de Manhattan.
Na entrada do museu, os meninos se agachou diante do metrô de idade e mapas de ônibus, e expôs sobre as mudanças de rota que ocorreram desde a sua impressão. O trem é uma linha mais longa da cidade, disse Oliver, que se estende 41 milhas através de três bairros.
(Na verdade, é 31 milhas; pai de Oliver, Allan Greene, lhe tinha dado o número errado.) Então eles pressionado pela catracas dos velhos tempos e se dirigiu para a plataforma, que identifica cada trem restaurado que passou.
Sua mãe compartilhou outro hábito os rapazes têm: Quando ela leva-los no metrô, eles aplaudem educadamente quando certos modelos de carros do trem entrar na estação. "Eles aplaudem como se estivessem em um torneio de golfe", disse ela.
"Eles tipo de como os antigos, eles sentido de que seu tempo está quase esgotado."
Seu pai acrescentou: "Algumas pessoas gostam de falar sobre suas sorvete favorito. Eles só acendem quando eles falam sobre os trens. "

Programa Petrobras investe em Esporte para cidadania

Lançamos Seleção Pública para projetos de Esporte Educacional
Abrimos seleção pública para projetos voltados ao desenvolvimento de crianças e adolescentes por meio do esporte, alinhados aos princípios de inclusão, educação integral, cidadania e diversidade. A iniciativa, em parceria com o Ministério do Esporte, contará com nosso investimento de R$ 30 milhões.
As inscrições para a Seleção Pública 2011 do Programa Petrobras Esporte & Cidadania podem ser feitas gratuitamente entre os dias 1º agosto de 2011 e 1º de março de 2012, no site do Programa. Durante o período de inscrições, promoveremos Caravanas Esportivas em todos os estados brasileiros. Trata-se de oficinas para capacitação de organizações sociais em elaboração de projetos. Haverá também atendimento virtual, disponível no site do programa.
A Seleção Pública de Projetos é uma iniciativa estratégica do Programa, que visa democratizar o acesso de organizações sociais, em todo país, aos nossos recursos no segmento de Esporte Educacional. Representará o maior investimento já realizado por uma empresa nesta área.
A divulgação pública dos resultados do processo seletivo será feita até junho de 2012, pela imprensa e pela internet, em www.petrobras.com.br/ppec.
Caravanas esclarecem dúvidas sobre Seleção Pública de projetos esportivosDurante o período de inscrições para o Programa Petrobras Esporte & Cidadania, realizaremos em todos os estados brasileiros as Caravanas Esportivas, com o objetivo de divulgar a seleção, promovendo assim a igualdade de acesso aos interessados. Livres e gratuitas, as Caravanas são oficinas presenciais que vão capacitar as instituições para a elaboração de projetos. Uma semana antes de cada oficina, um atleta ou ex-atleta de renome irá à cidade que receberá a caravana para divulgar o evento e convidar as instituições a participar.
Além das caravanas presenciais, a partir de setembro, as instituições interessadas em inscrever projetos esportivos na Seleção Pública do Esporte & Cidadania contarão com atendimento online. Até o término do período de inscrições, das 9 às 21 horas, uma equipe de especialistas ficará à disposição para prestar esclarecimentos às instituições interessadas.
O atendimento virtual complementa as visitas das Caravanas Esportivas. No site do Programa Petrobras Esporte & Cidadania, serão divulgadas as datas e os locais de realização das oficinas nas quais a equipe técnica da Petrobras e do Ministério do Esporte esclarecerá as dúvidas das instituições.
O Programa Petrobras Esporte & CidadaniaO Programa Petrobras Esporte & Cidadania, lançado em outubro de 2010, é a mais abrangente iniciativa de apoio ao esporte do país. O programa vai destinar, até 2014, recursos a quatro diferentes segmentos: Esporte de Rendimento (boxe, esgrima, remo, taekwondo e levantamento de peso), Esporte Educacional, Esporte de Participação e Memória do Esporte.
O lançamento do Programa Petrobras Esporte & Cidadania consolida a nossa posição como a maior incentivadora do esporte brasileiro, contribuindo para a formação de novas gerações de brasileiros que valorizem atributos como disciplina, ética e superação de desafios. E, principalmente, para transformar o esporte numa ferramenta para promover a inserção social de Norte a Sul do país.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Simposio de Neurociencia da UFMG

Tecnologias Inovadoras para o Autismo
Nº Vagas: 25 vagas

Carga horária: 15 horas / aula.

Dias e horários: dia 19, das 8h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, e dias 20 a 22/09, das 8h às 12h00.

Coordenadores
Alunos monitores
Introdução
O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação e a interação social. Além disso, as pessoas com autismo possuem estereotipias e/ou grande interesse por temas bastante circunscritos e não-usuais. Também é comum a presença de alterações sensoriais que podem levar a dificuldades na percepção e capacidade motora. A gravidade e os sintomas do autismo variam amplamente de um indivíduo para outro. Estudos recentes mostram que quase 1% da população pode ter características que se enquadram no chamado "espectro autista".
Com relação à sua etiologia, atualmente se acredita que o autismo é a consequência de quaisquer fatores que afetem precocemente os mecanismos cerebrais básicos responsáveis pela socialização e comunicação. Assim, uma "cura" que vise a causa do autismo está fadada ao fracasso. Os tratamentos atuais têm como foco o desenvolvimento das pessoas com autismo e as dificuldades que podem surgir durante esse processo. Curiosamente, embora se saiba que muitas pessoas com autismo sentem uma afinidade especial para a tecnologia, apenas recentemente têm surgido algumas iniciativas ao redor do mundo com o objetivo de se desenvolver tecnologias para diagnosticar, tratar, ajudar ou unir pessoas com autismo.
Este curso irá proporcionar aos participantes uma oportunidade de trabalhar em equipes de modo transdisciplinar para se desenvolver um projeto de um produto tecnológico que seja de utilidade para as pessoas com autismo, seus familiares ou os profissionais que trabalhem na área. Os participantes irão se familiarizar com o diagnóstico, formas de tratamento e a experiência pessoal dos indivíduos e familiares com autismo, assim como com questões relevantes sobre interação homem-computador, computação centrada no ser humano, computação afetiva, a realidade virtual e comunicação mediada por computador. O projeto ou protótipo do produto deverá resolver uma necessidade relacionada ao autismo, seja para um indivíduo com autismo ou aqueles que são parte de uma rede de assistência, pesquisa ou de educação (pais, professores, terapeutas e assistentes). O produto poderá ter utilidade na escola, em casa, no lazer ou em ambientes de trabalho. Exemplos de possíveis projetos: brinquedos, jogos, algo que auxilie a comunicação, softwares educacionais, ambientes virtuais e mídia interativa, ferramentas de gerenciamento de dados, adaptações arquitetônicas, equipamento de captura e análise de dados, ferramentas de reabilitação e dispositivos de bio-sensores para rastreamento de alterações fisiológicas.

Público-alvo: profissionais de medicina, psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, pedagogia, ciências da computação/engenharia biomédica e áreas afins. As vagas serão distribuídas uniformemente de modo a criarmos grupos de trabalho transdisciplinares.

Atribuições individuais:
- Compreensão de inglês (não haverá tradução para as aulas da palestrante estrangeira; a literatura da área de tecnologia em autismo é inteiramente em inglês).
- Frequência mínima de 75%.
- Leitura da bibliografia recomendada antes do curso e durante a semana de realização do mesmo.
- Desenvolver em grupo protótipo ou projeto relacionado a "tecnologias inovadoras para o autismo". Esse não é um curso expositivo. Portanto, sua efetiva participação é esperada e desejada.
- É altamente recomendável a participação no "Encontro com a comunidade" sobre autismo, atividade de extensão da Semana de Neurociências da UFMG, e na conferência que a Prof.a Rosa Arriaga irá dar na tarde de terça-feira.

Cronograma: Workshop: Innovative Technologies for Autism


 Monday (19th Sep)Tuesday (20th Sep)Wednesday (21st Sep)Thursday (22nd Sep)
8:00-8:50Autism: an introduction (Prof. Arthur Kummer)Behavior analysis in autism – II (Prof.a Thais Porlan)Ecological System Theory : A psychologically driven process for designing technologies for autism (Prof.a Rosa Arriaga)Work in groups on "Grant proposals" and projects
8:50-9:40Neuropsychology of autism (Prof. Vitor Haase)Speech therapy in autism (Speech Therapy Department)Innovative technologies for autism (Prof.a Rosa Arriaga)Work in groups on "Grant proposals" and projects
10:00-10:50Autism: a developmental perspective (Prof.a Rosa Arriaga)Occupational therapy in autism (OT Department)Discussion of papers about innovative technologies in autismPresentation of projects
10:50-11:40Behavior analysis in autism – I (Prof.a Thais Porlan)Introduction to software design (Rosa Arriaga)Discussion of papers about innovative technologies in autismPresentation of projects




Fazer pré-inscrição, com o envio de mini-currículo.
Serão disponibilizadas 5 vagas para alunos/profissionais de: Terapia Ocupacional (5), Psicologia (5), Fonoaudiologia (5), Medicina (5) e Ciências da Computação (5).

Local: O Local de realização será informado posteriormente.
: David Henrique Rodrigues (Pós-doutorando do Programa em Neurociências) e Antonio Alvim (mestrando do Programa em Medicina Molecular).
: Prof. Arthur Kummer.
Colaboradores: Profa. Rosa Arriaga do Georgia Tech & Emory University, Prof. Vitor Haase e Thais Porlan.